sexta-feira, 28 de maio de 2010

Living life in peace ♫♪

Essa semana participei do Dia do Desafio vestida de palhacinha. Visitamos escolas, creches, indústria e comércio de Restinga Sêca, e só depois disso eu fui criar coragem para escrever sobre uma coisa que há tempos venho pensando: desigualdade, carência, exclusão.

Me pergunto, todos os dias, se é justo estarmos sentados à mesa numa farta refeição, deitados em uma cama quentinha, trabalhando e ganhando por isso, enquanto pessoas, de todas as idades, passam por dificuldades incalculáveis.

Uma criança, um idoso... duas imagens que chocam mais, e falo isso porque nesse dia que me vesti de palhaça, o retorno maior veio de crianças e idosos e ai que eu percebi, que tanto um quanto o outro é carente de atenção e precisam, muitas vezes, somente de um olhar, de um sorriso.


A senhora que atravessa a rua para pedir um abraço, a criança que te chama de tia, tudo isso é comovente!
E quando passamos pelo calçadão de Santa Maria, acabamos não percebendo, mas o mesmo acontece, e isso me dói. Minha vontade era de comprar tudo que os meninos e senhores vendem; ajudar o homem sem braço, de levar pra casa aquela criança que fica no colo da mãe chorando de fome e frio; de dar alimento e levar para escola o menino que vende guarda-chuvas; de ajudar o senhor que vende isqueiro; e o outro que canta na galeria... são tantas situações assim que nos deparamos todos os dias, tão corriqueiras que se tornam, muitas vezes, imperceptíveis.

Eu me comovo, e não escondo... se na época que John Lennon compôs Imagine, o mundo necessitava de igualdade, hoje essa música deveria ser um hino.




Imagine all the people
Living life in peace ♫♪

http://www.youtube.com/watch?v=3_yumV4nbKs



Vamos praticar a solidariedade e fazer mais pessoas sorrir :D

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Espécie humana

Oláá pessoal :D


Fazia um tempinho que não postava nada aqui, pois é, estava de férias e aproveitei para tirar férias daqui também. Na real, não tenho tido muito tempo, muito menos criatividade nesses últimos dias.
Nesse ultimo final de semana, eu parei pra pensar na nossa existência, em meio a conversas me disseram que somos apenas uma espécie que evoluiu. Pois bem, posso estar falando a maior besteira desse mundo, acredito na ciência e nos estudiosos, mas não acredito que a nossa vida seja somente isso aqui, esse plano, morrer e deu, acabou. 
Penso, que se somos os únicos seres meramente 'racionais' do mundo, por que motivos seriamos os evoluídos pra 'viver' ser uma palavra ilustrativa? Pois na verdade não vivemos e sim, sobrevivemos, estudamos, trabalhamos, procriamos e depois, morremos e tudo que fizemos se torna nada, puramente pela evolução e continuação da espécie? Não, não acredito, e nem poderia acreditar nisso, se é pra ser assim então, morro agora, a diferença não será muita.
Eu não estou aqui brincando, eu não sou um macaco evoluído, eu sou um ser humano, único racional, único emocional entre as espécies do mundo. E a vida pra mim não será sobrevivida e sim vivida intensamente.
Se somos só mais uma espécie entre todas, então me digam porque uma mãe ama um filho ao invés de só criá-lo e largar para o mundo? Outras espécies usam seu instinto natural para procriar, mas depois de um tempo, mãe e filho não se veêm nem se conhecem mais, então por que nós, que somos só mais uma espécie, amamos e mantemos relações a vida inteira?


Pensem nisso ;)

terça-feira, 6 de abril de 2010

Frio, frio, querido frio (:

Bom dia meus amores (:


Esse final de semana de Páscoa foi muito bom, além das várias coisas legais que fiz e me aconteceram eu senti os primeiros sinais do frio.
Nooossa, que coisa perfeita! Eu sou do tipo de pessoa que não menospreza nenhuma estação, todas tem um ladinho bom, mas confesso que a chegada do outono/inverno me encanta. Já fico imaginando aquele cobertor aconchegante, aquele banho quentinho, uma sopinha, um agasalho fofinho, um café recém passado.






O frio aquece, aquece o coração, enquanto o calor o esfria. Falo isso em um contexto geral. Vejo no frio, nas estações frias, uma harmonia maior entre as pessoas, aquele desejo de ficar pertinho, de contar histórias, beber um bom vinho. 



O frio é tão sugestivo, enquanto o calor afasta as pessoas, o frio aproxima. As relações se consolidam. 
O frio traz o aconchego o afeto. Não que seja ruim o calor, não mesmo, é bom também, mas o calor é mais curtição, é mais liberal, já o frio parece ser mais sério, mas calmo.


Amooo o frio <3
Beijo amores :*

sexta-feira, 26 de março de 2010

Voluntariado - Pojeto Pescar

Olá pessoal (:

Essa semana eu participei como voluntária de um projeto aqui em Restinga Seca. O Projeto Pescar, da fundação Ângelo Bozetto, atende adolescentes de 16 a 19 anos que querem se profissionalizar.
Os alunos do Projeto estão planejando a confecção de um jornalzinho da entidade e a coordenadora me convidou para ajudá-los e eu topei na hora.

O Projeto Pescar tem o apoio da ACI, da Prefeitura Municipal de Restinga Seca e dos comerciantes e empresários da cidade. 
Ao chegar lá me deparei com uma turminha de olhos atentos, e com sede de aprender. Me emocionei, pessoas que mesmo contra tudo e contra todos, estão superando dificuldades e buscando um mundo melhor, um futuro melhor.
Eu não sou professora, mas o pouco de jornalismo que eu sei, passei pra eles, e creio que foi válido. É indescritível a sensação de ajudar as pessoas. Ou melhor, de ajudar quem se ajuda. Aqueles jovens estão ali porque querem um futuro melhor, eles estão buscando isso, e nada mais justo do que ter pessoas conscientes ajudando-os.

Uma experiência incrível, que nos mostra o como é bom ser útil, como é bom saber que o que tu disse ali vai ser passado pra frente. Parabenizo o pessoal do projeto, os alunos principalmente, que tem força de vontade, que querem estar lá.

Se alguém que lê esse humilde Blog, nunca trabalhou com causas sociais, com voluntariado eu aconselho que o façam, é bom pra todos. Pra quem ajuda é uma emoção imensa, um prazer em se sentir útil, é ótimo saber que alguém poderá melhorar com a tua ajuda.

VOLUNTARIADO É 10!

terça-feira, 23 de março de 2010

Pintar o mundo de LÁPIS-DE-COR!

Bom dia meus queridos (:


 Tenho andado tanto na correria que meu tempo está escasso, quase não escrevo mais aqui. E sinto falta, tem dias que parece que a unica maneira de descarregar as energias e o cansaço, é escrevendo!


 Pois é, percebo que cresci, percebo que tenho responsabilidades! Muitas vezes da saudade, saudade da daquele tempo que tudo era COLORIDO, que tudo era ENCANTADO!






 Entre trabalho e aula, horários e correria se vai levando a vida, não exatamente aquela vida que se quer, mas a que se pode ter. A que hoje tenho e vivo para conseguir chegar a ter à que um dia sonhei.
 Acabamos correndo contra o tempo, lutando contra o mundo, por causa de prazos, papéis, datas.
Como era bom o tempo em que os papéis eram só para colorir, que os prazos eram só para os meus pais, que as datas eram somente festivas!


 A massa de modelar; o lego; o patins; a boneca; o balanço; o Banco Imobiliário; o desenho na televisão; o filme dos Trapalhões; o pega-pega; o pique esconde; a casinha na areia, na árvore também... Bons tempos, em que sonhávamos como ser e o que ser quando crescer... 
 Médica? Aeromoça? Bailarina? Nãão, hoje sou uma quase Jornalista, atarefada mas feliz, que ainda sonha com tudo melhor, que ainda lembra das brincadeiras da infância, que se acalma no sorriso de uma criança e que ainda quer pintar o mundo comlápis-de-cor



quinta-feira, 18 de março de 2010

"Controlando a minha maluquez, misturada com minha lucidez...

...Vou ficar
Ficar com certeza
Maluco beleza "



Oi amores (: 


Inspiro-me hoje no grande e saudoso mestre Raul Seixas, pra lhes fazer uma pergunta: quem nunca oscilou entre o insano e o lúcido?


Essa sensação de loucura me encanta! Nossa, como é bom não ser normal e ao mesmo tempo ser. Vejamos, o que hoje é considerado normal para a sociedade? O que é certo? O que é uma mente sã? Meus caros leitores, não falo aqui de esquizofrenia, epilepsia, etc... Isso é doença! Quando eu falo em loucura, falo em quebra de regras, fuga do convencional, algo que não é corriqueiro nem comum para a sociedade.






Pessoas felizes, ou mais felizes do que o normal são taxadas de loucas; pessoas que tem um gosto atípico também. O diferente incomoda, e se incomoda... e ai qual o rótulo mais fácil pra alguém que não é convencional? LOUCO, MALUCO, DOIDO, RETARDADO!


EU sou maluca! Com muito prazer. Tudo o que eu faço é fora do normal, é anti-tradicional, eu amo ser diferente, e assim ser feliz. As minhas atitudes me rotulam, mas não me matam nem me rebaixam, porque eu sei como fazer o errado na hora certa! De que adianta seguir regras, que não servem pra nada?


Beeeeeeeeeeeeeeijos mil :*

terça-feira, 16 de março de 2010

Alma Hippie

Oi amores (:


Me deparei pensando que eu vivo na época errada, ou sou uma reencarnação autentica de alguém da era Hipponga!
Autentica também não, pois não curto drogas e nem gosto de andar suja, mas o espírito aventureiro, nômade, paz e amor, liberdade de expressão, contracultura, antagonia ao individualismo e ao capitalismo, são ideais permanentes na minha cabeça.
Penso muito seguido em pegar a mochila e sair sem rumo, seguir até onde Deus deixar, conhecendo lugares, culturas, pessoas, vidas... Penso também na paz, no bem, no amor!
Vivo numa era totalmente diferente, mas a minha alma é hippie. Não sei se idealizo exatamente o que foi a cultura hippie, mas me imagino em um lugar distante, sob uma arvore grande, com roupas leves e alguém que eu ame e que me ame também, um violão... e ai vai, vida pacata, desprendida de qualquer argumento capitalista.
Viver é tão simples e tão intenso, as vezes pequenos detalhes bastam pra ficarmos felizes, porque nos prendemos tanto ao material? Ao sucesso individual? Esquecemos do mundo, do bem que uma flor pode nos trazer, que um sorriso, que uma canção! 
Idealismo? Posso estar viajando nos meus pensamentos, mas creio que pessoas assim sejam muito mais felizes.



Hoje ninguém mais vive no PAZ E AMOR, estamos sempre correndo atrás da máquina, sempre lutando pelo dinheiro, pela realização pessoal. Uma pena eu viver nessa era, pois minha alma não pertence a ela. Eu sobrevivo em uma época que não é minha, eu luto por ideais que não são meus, tudo isso por que? Pra não ser esquecida pelo mundo capitalista, pra não ser soterrada pelo consumismo, pelas leis que nós fazem pagar até pelo ar que respiramos.


Ainda sonho com uma nova era Hippie, em que eu farei parte.
Sorria, e leve a vida simplesmente.


Beeeijos :*